O Farmacêutico e a Sífilis: compreendendo as ações e cuidados através do Sistema Único De Saúde.

Contenido principal del artículo

Jessica Karoline Santos Oliveira Passos
Maria Eduarda Santana
Emellyn Freires De Andrade Lucena Alves
Simone Ferreira
Dayvid Batista da Silva

Resumen

A sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum, transmitida principalmente pelo contato sexual desprotegido ou durante a gestação. No Brasil, os casos aumentaram, especialmente entre gestantes e recém-nascidos. Apesar dos esforços, ainda há desafios no acesso ao diagnóstico e tratamento, com a falta de sensibilização e estigmatização dificultando o controle da doença. O  Sistema Único de Saúde (SUS) oferece testes e tratamento gratuitos, onde os farmacêuticos desempenham papel no acompanhamento dos pacientes com sífilis, garantindo o uso correto dos medicamentos e fornecendo orientações. Sendo assim, o objetivo desta pesquisa é compreender as ações e o cuidado farmacêutico em pacientes com sífilis no âmbito do SUS. A pesquisa identificou que o tratamento padrão para sífilis envolve o uso de antibióticos, administrada de acordo com protocolos específicos. O uso incorreto de medicamentos pode levar a resistência bacteriana e complicações graves. Os farmacêuticos desempenham papel vital fornecendo informações sobre medicamentos, monitorando efeitos colaterais e promovendo adesão ao tratamento. O tratamento no Brasil segue protocolos do SUS, garantindo acesso e orientações adequadas. Além disso, esta pesquisa ressalta a importância do cuidado farmacêutico no tratamento da sífilis sendo o uso correto de medicamentos  crucial para evitar complicações graves, e os farmacêuticos desempenham um papel essencial nesse processo, oferecendo suporte, monitorando efeitos adversos e promovendo a adesão ao tratamento. No entanto, é fundamental uma integração entre os profissionais de saúde para garantir uma assistência completa aos pacientes.

Detalles del artículo

Sección

Artigo de Revisão

Cómo citar

O Farmacêutico e a Sífilis: : compreendendo as ações e cuidados através do Sistema Único De Saúde. (2026). Revista Brasileira Multidisciplinar, 29(2), e2606. https://doi.org/10.25061/2527-2675/ReBraM/2026.v29i2.2606

Referencias

ARANDIA, Jéssica Cardoso et al. Sífilis na gestação e fatores que dificultam o tratamento na Atenção Primária: revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, v. 23, n. 1, p. e11557-e11557, 2023.

BARBERATO, Luana Chaves et al. O farmacêutico entre o trabalho prescrito e o real na Atenção Primária à Saúde. Trabalho, Educação e Saúde, v. 20, p. e00279181, 2022.

BERMUDEZ, Jorge Antonio Zepeda et al. Assistência Farmacêutica nos 30 anos do SUS na perspectiva da integralidade. Ciência & Saúde Coletiva, v. 23, p. 1937-1949, 2018.

BIADOLA, Ana Paula et al. Duas décadas de Sífilis em doadores de sangue de um hemocentro e suas unidades no interior de São Paulo: Perfil clínico epidemiológico e distribuição espaço-temporal dos casos. 2023.

BRASIL, Ministério de Saúde. Boletim Epidemiológico. 2023.

CASALE, Beatriz. Notificação compulsória da sífilis adquirida, gestacional e congênita e suas características epidemiológicas e sociodemográficas: um estudo retrospectivo.2022. Trabalho de Conclusão de Curso. Unesp.

CAVALCANTI, Gisélia de Moura Bezerra et al. Transmissão vertical da sífilis na atenção primária: revisão integrativa. Revista de Ciências da Saúde Nova Esperança, v. 17, n. 3, p. 25-36, 2019.

COSTA, Tatiana de Assis. Cuidado farmacêutico à pacientes portadores de sífilis. 2018. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal de Juiz de Fora.

DE SOUZA SANTOS, Mariana; PEREIRA, Luis Lenin Vicente. A importância da informação sobre a sífilis. Revista Científica Unilago, v. 1, n. 1, 2018.

DOS SANTOS PORTO, Fagner et al. Perfil Sociodemográfico da Sífilis (Congênita e Gestante) na Microrregião de Almenara-MG e o Papel do Farmacêutico no Enfrentamento da Doença/Sociodemographic Profile of Syphilis (Congenital and Pregnant) in the Microregion of Almenara/MG and the Role of Pharmaceuticals in Coping with the Disease. ID on line. Revista de psicologia, v. 14, n. 52, p. 452-465, 2020.

GADELHA, Marília Moreira Torres. Desenvolvimento de recurso educacional sobre educação sexual para adolescentes: um estudo de caso no projeto" Sífilis Não". 2021. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

GIOVANELLA, Lígia. Atenção básica ou atenção primária à saúde?. Cadernos de Saúde Pública, v. 34, p. e00029818, 2018.

LIMA, Valdênia Cordeiro et al. Perfil epidemiológico dos casos de sífilis congênita em um município de médio porte no nordeste brasileiro. Journal of Health & Biological Sciences, v. 5, n. 1, p. 56-61, 2017.

MENEZES, Iasmim Lima et al. Sífilis Adquirida no Brasil: Análise retrospectiva de uma década (2010 a 2020). Research, Society and Development, v. 10, n. 6, p. e17610611180-e17610611180, 2021.

MIRANDA, Emilly Bezerra Siqueira de. A nálise situacional do cuidado da sífilis com ênfase na atenção primária à saúde: infraestrutura, processos e insumos. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

MORAES, Bruno Quintela Souza de; CORREIA, Daniel Martins; MACHADO, Mchael Ferreira. Desafios da sífilis congénita na atenção primária à saúde em Alagoas, Brasil, 2009-2018. Revista de la Universidad Industrial de Santander. Salud, v. 54, 2022.

PEIXOTO, Rafaela Tavares et al. O farmacêutico na Atenção Primária à Saúde no Brasil: análise comparativa 2014-2017. Saúde em Debate, v. 46, p. 358-375, 2022.

RAMOS JR, Alberto Novaes. Persistência da sífilis como desafio para a saúde pública no Brasil: o caminho é fortalecer o SUS, em defesa da democracia e da vida. Cadernos de Saúde Pública, v. 38, p. PT069022, 2022.

SOARES, Maria Auxiliadora Santos; AQUINO, Rosana. Associação entre as taxas de incidência de sífilis gestacional e sífilis congênita e a cobertura de pré-natal no Estado da Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 37, p. e00209520, 2021