El uso de estrategias didácticas innovadoras en el proceso de enseñanza-aprendizaje de citología: una breve revisión. Uma breve revisão

Contenido principal del artículo

Maria Bezerra de Souza
Danielly de Sousa Bezerra
José Deomar de Souza Barros

Resumen

No cenário contemporâneo observa-se mudanças significativas envolvendo o uso de ferramentas facilitadoras no processo de ensino-aprendizagem em citologia. Mediante a estas concepções, é necessário que os docentes estejam aptos para atuarem em sala de aula, frente às diversidades metodológicas recorrentes neste ambiente educativo. Diante disto, o presente capítulo de revisão objetiva demonstrar informações em torno da implementação de metodologias ativas na sala de aula, dando enfoque para o uso de mapas mentais e modelos esquemáticos. Em torno das informações observadas através das discussões propostas pelos autores verifica-se que o uso e implementação destas metodologias ativas permitem a dinamização das aulas, tornando-as interativas e envolventes, sendo ainda necessário ressaltar que estes recursos além de permitirem possibilidades aos alunos, acabam por enriquecerem as aulas, dando a estes a oportunidade de visualizarem os conceitos, tendo em mente sua compreensão através da aceitação científica em torno da temática. 

Detalles del artículo

Sección

Artigos de Revisão

Biografía del autor/a

Maria Bezerra de Souza, Universidade Federal de Campina Grande - UFCG

Licenciada em Ciências Biológicas

Danielly de Sousa Bezerra, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

Licenciada em Ciências Biológicas UFCG, especialista em Ciências Ambientais FIC, mestra em Ensino UERN

José Deomar de Souza Barros, Universidade Federal de Campina Grande

Licenciado em Ciências com habilitação em Biologia e Química UFCG, mestre e doutor em Recursos Naturais UFCG, professor adjunto UFCG

Cómo citar

El uso de estrategias didácticas innovadoras en el proceso de enseñanza-aprendizaje de citología: una breve revisión.: Uma breve revisão. (2026). Revista Brasileira Multidisciplinar, 29(2), e2436. https://doi.org/10.25061/2527-2675/ReBraM/2026.v29i2.2436

Referencias

AGRA, G; FORMIGA, N. S; OLIVEIRA, P. S; COSTA, M. M. L; FERNANDES, M. G. M; NÓBREGA, M. M. L. Análise do conceito de Aprendizagem Significativa à luz da Teoria de Ausubel. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 72, n.1, p. 248-255, jul./ago. 2019.

AGUIAR, J. G; CORREIA, P. R. M. Como fazer bons mapas conceituais? Estabelecendo parâmetros de referências e propondo atividades de treinamento. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências, v. 13, n.2, p. 141-157, ago./out. 2013.

ALVES, F. Gamification: como criar experiências de aprendizagem engajadoras. Um guia completo: do conceito à prática. 2. ed. São Paulo: DVS Editora, 2015.

AMORIM, A. S. A influência do uso de jogos e modelos didáticos no ensino de biologia para alunos de ensino médio. 2013. 49f. Monografia (Licenciatura em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual do Ceará, Ceará - CE, 2013.

BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias Ativas para uma Educação Inovadora: Uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.

BERBEL, N. A. N. A Metodologia da Problematização com o Arco de Maguerez: uma reflexão teórico-epistemológica. Londrina: EDUEL, 2016.

BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs+): Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC, 2000.

BRASIL, Ministério da Educação. Orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs+): Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC, 2002.

BUZAN, T. Mapas Mentais: métodos criativos para estimular o raciocínio e usar ao máximo o potencial do seu cérebro. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.

CAMARGO, F.; DAROS, T. A Sala de Aula Inovadora: Estratégias Pedagógicas para Fomentar o Aprendizado Ativo. Porto Alegre: Penso, 2018.

CARBONEL, J. A aventura de inovar: A mudança na escola. São Paulo: Artes Médicas, 2002.

CARVALHO, W. Biologia: o professor e a arquitetura do currículo. São Paulo: Articulação Universidade, 2000.

COIL, D. A.; ETTINGER, C. L.; EISEN, J. A. Gut check: The evolution of an educational board game. PLOS Biology, v.15, n.4, mar./abr. 2017.

DETERDING, S.; DIXON, D.; KHALED, R.; NACKE, L. From Game Design Elements to Gamefulness: Defining “Gamification”. Envisioning Future Media Environments, Tampere, v.9, n.15, p.28-30, ago./set. 2011.

DIESEL, A.; BALDEZ, A. S.; MARTINS, S. N. Os princípios das metodologias ativas de ensino: uma abordagem teórica. Revista Thema, v. 14, n.1, p. 268-288, jan. /fev. 2017.

FADEL, L. M, ULBRICHT, V. R; BATISTA, C. R; VANZIN, T. Gamificação na Educação. São Paulo: Pimenta Cultural, 2014.

FREITAS, L.A.M.; BARROSO, H.F.D.; RODRIGUES, H.G.; AVERSI-FERREIRA, T.A. Construção de Modelos Embriológicos com Material Reciclável para Uso Didático. Bioscience Journal. Uberlândia, v. 24, n. 1, p. 91-97, jan./mar. 2009.

GABRICH, F.A.; SOUZA, R.J. Mapas mentais como instrumento de planejamento no ensino jurídico. Revista de Pesquisa e Educação Jurídica, v.5, n.2, p.1-18, nov./dez. 2019

GALANTE, C.E.S. O Uso de Mapas Conceituais e de Mapas Mentais Como Ferramentas Pedagógicas No Contexto Educacional Do Ensino Superior. Revista Eletrônica Múltiplo Saber, v. 23, n. 11, p. 1-23, jul./ago. 2014.

GONZÁLEZ, J.M.M.; RODRÍGUEZ, R.S. El uso de mapas mentales en la formación inicial docente. Revista Latino americana de Tecnología Educativa, v.13, n.2, p.77-88, jan. /nov. 2014.

IMBERNÓN, F. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2011.

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), Ministério da Educação, 2013.

JUSTINA, L. A. D.; FERLA, M. R. A utilização de modelos didáticos no ensino de genética exemplo de representação de compactação do DNA eucarioto. Arq Mudi, v. 10, n. 2, p. 35-40, ago/nov. 2006.

KAPP, K. The gamification of learning and instruction: game-based methods and strategies for training and education. Hoboken: Pfeiffer, 2012.

LEMOS, E. S. O aprender da biologia no contexto da disciplina embriologia de um curso de Licenciatura em Ciências Biológicas. Experiências em Ensino de Ciências, v. 3, n. 2, p. 69-83, s.d. 2008.

MARQUES, A.M.M. Utilização Pedagógica de Mapas Mentais e de Mapas Conceptuais. 2008. 153f. Dissertação (Mestrado em Expressão Gráfica, Cor e Imagem) – Universidade Aberta, Piauí – PI, 2008.

MIRANDA, A.T.S. Mapear para aprender: uso de mapas conceituais e de mapas mentais como recurso de aprendizagem ativa no ensino de Biologia. 2021. 172f. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Gestão de Ensino da Educação Básica) - Universidade Federal do Maranhão, São Luís - MA, 2021.

MORAES, T.S. Estratégias Inovadoras no Uso de Recursos Didáticos para o Ensino de Ciências e Biologia. 2016. 145 f. Dissertação (Mestrado em Gestão e Tecnologias Aplicadas à Educação) - Universidade do Estado da Bahia, Bahia, 2016.

MOREIRA, M.A. Aprendizagem significativa em mapas conceituais. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2013.

NUNES, M. F. Metodologia de ensino: as ciências como formas de pensar o mundo. Tese: Doutorado em Educação - Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Educação, Campinas - SP, 2007.

ORLANDO, T. C; LIMA, A. R; DA SILVA, A. M; FUZISSAKI, C. N; RAMOS, C. L; MACHADO, D; FERNANDES, F. F; LORENZI, J. C. C; LIMA. M. A; GARDIM, S; BARBOSA, V. C; TRÉZ, T. A. Planejamento, montagem e aplicação de modelos didáticos para abordagem de biologia celular e molecular no ensino médio por graduandos de ciências biológicas. Revista brasileira de ensino de bioquímica e biologia molecular, v.1, n.1, p.1-17, set./out. 2009.

PAIVA, M. R. F.; PARENTE, J. R. F; BRANDÃO, I. R; QUEIROZ, A. H. B. Metodologias Ativas de Ensino-aprendizagem: revisão integrativa. Revista de Políticas Públicas, Ceará, v. 15, n.2, p. 145-153, jun./dez. 2016.

RONCA, A.C.C. Teorias de ensino: a contribuição de David Ausubel. Temas psicologia, v.2, n.3, p. 91-95, nov./dez. 1994.

ROSA, E.D.; SCHIMIN, E.S. Os desafios da escola pública paranaense na perspectiva do professor PDE. Curitiba: SEED, 2018.

SALGUEIRO, A. C. F; GOULART, A. S; VIÇOSA, D. L; VIÇOSA, C. C. L; FOLMER, V. Resolução de problemas no ensino de Ciências: utilização de Artemia salina como modelo experimental para o estudo de plantas medicinais na escola básica. Revista de Ensino de Bioquímica, v. 16, n. 02, p. 31-47, ago./dez. 2018.

SETÚVAL, F.A.R.; BEJARANO, N.R.R. Os Modelos Didáticos com Conteúdos de Genética e a sua Importância na Formação Inicial de Professores para o Ensino de Ciências e Biologia. Florianópolis: Enpec, 2000.

SILVEIRA, M.L. Dificuldades de Aprendizagem e Concepções Alternativas em Biologia: A Visão de Professores em Formação sobre o Conteúdo de Citologia. 2013. 197f. Dissertação (Pós-graduação no Ensino de Ciências Naturais e Matemática) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal - RN, 2013.

SOUZA, D.C.; ANDRADE, G.L.P.; JÚNIOR, A.F.N. Produção de material didático-pedagógico alternativo para o ensino do conceito pirâmide ecológica: um subsídio à educação científica e ambiental. São Paulo: Editora ANAP, 2008.